“A clareza falsa, rígida, não-lar dos hospitais A alegria humana, vivaz, sobre o caso da vizinha Da mãe inconsolável a que o filho morreu há um ano Trapos somos, trapos amamos, tra...
— Álvaro de Campos
A clareza falsa, rígida, não-lar dos hospitais
A clareza falsa, rígida, não-lar dos hospitais
A alegria humana, vivaz, sobre o caso da vizinha
Da mãe inconsolável a que o filho morreu há um ano
Trapos somos, trapos amamos, trapos agimos —
Que trapo tudo que é este mundo!
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"A clareza falsa, rígida, não-lar dos hospitais" é um poema de Álvaro de Campos que retrata a atmosfera impessoal e desumanizada dos hospitais. O poeta contrasta essa frieza com a vivacidade e alegria humana que ainda persistem, mesmo em meio à dor e ao l
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