“A estrada, como uma senhora, Só dá passagem legalmente. Escrevo ao sabor quente da hora Baldadamente. Não saber bem o que se diz É um pouco sol e um pouco alma. Ah, quem me dera s...
— Fernando Pessoa
A estrada, como uma senhora,
A estrada, como uma senhora,
Só dá passagem legalmente.
Escrevo ao sabor quente da hora
Baldadamente.
Não saber bem o que se diz
É um pouco sol e um pouco alma.
Ah, quem me dera ser feliz.
Teria isto, mais a calma.
Bom campo, estrada com cadastro,
Legislação entre erva nata.
Vai atar a alma com um nastro
Só para ver quem ma desata.
31/08/1930
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Este poema de Fernando Pessoa retrata a estrada como uma figura feminina, que só permite passagem legalmente. O poeta escreve ao sabor do momento, sem saber exatamente o que diz, buscando a felicidade e a calma. A estrada é descrita como um campo com cada
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