“Vésper caiu cheia de pudor na minha cama Vésper em cuja ardência não havia a menor parcela de sensualidade Enquanto eu gritava o seu nome três vezes Dois grandes botões de rosa...
— Manuel Bandeira
A Estrela o Anjo
Vésper caiu cheia de pudor na minha cama
Vésper em cuja ardência não havia a menor parcela de sensualidade
Enquanto eu gritava o seu nome três vezes
Dois grandes botões de rosa murcharam
E o meu anjo da guarda quedou-se de mãos postas no desejo insatisfeito de Deus.
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"A Estrela o Anjo" é um poema de Manuel Bandeira que retrata a chegada da noite e a presença de um anjo na cama do eu lírico. A Vésper, personificada como uma estrela, traz consigo uma aura de pureza e recato, sem qualquer vestígio de sensualidade. Enquan
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