“Àquele que, constante, nada espera Não pode negar Jove; nem para ele Murcham as frágeis flores Que nunca esperou ver. Consiste a força do ânimo em não tê-la Para os alacres f...
— Ricardo Reis
Àquele que, constante, nada espera
Àquele que, constante, nada espera
Não pode negar Jove; nem para ele
Murcham as frágeis flores
Que nunca esperou ver.
Consiste a força do ânimo em não tê-la
Para os alacres fins da fantasia,
Mas em saber conter-se
Nos limites d (...)
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Este poema de Ricardo Reis fala sobre a importância de não ter expectativas e de se manter constante, mesmo quando as coisas não correm como esperado. É uma reflexão sobre a força do ânimo e a capacidade de se conter dentro dos limites da realidade.
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