“Adeus aos filtros da mulher bonita; A esse rosto espanhol, pulcro e moreno; Ao pé que no bolero... ao pé pequeno; Pé que, alígero e célere, saltita... Lira do amor, que o amor não...
— Raimundo Correia
Conchita
Adeus aos filtros da mulher bonita;
A esse rosto espanhol, pulcro e moreno;
Ao pé que no bolero... ao pé pequeno;
Pé que, alígero e célere, saltita...
Lira do amor, que o amor não mais excita,
A um silêncio de morte eu te condeno;
Despede-te; e um adeus, no último treno,
Soluça às graças da gentil Conchita:
A esses, que em ondas se levantam, seios
Do mais cheiroso jambo; a esses quebrados
Olhos meridionais de ardência cheios;
A esses lábios, enfim, de nácar vivo,
Virgens dos lábios de outrem, mas corados
Pelos beijos de um sol quente e lascivo.
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"Conchita" é um poema de Raimundo Correia que faz um adeus aos filtros da mulher bonita. O poema descreve a beleza de Conchita, uma mulher de rosto espanhol, pé pequeno e lábios corados pelos beijos de um sol quente e lascivo. A lira do amor é condenada a
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