“Dois é o prazer: gozar e o gozá-lo. Ao néscio elege o parvo, o sábio ao outro. E o igual fado é diverso. Na taça que ergo, ondeio, e vejo, as bolhas Incluo no que sinto, e ao b...
— Ricardo Reis
Dois é o prazer: gozar e o gozá-lo.
Dois é o prazer: gozar e o gozá-lo.
Ao néscio elege o parvo, o sábio ao outro.
E o igual fado é diverso.
Na taça que ergo, ondeio, e vejo, as bolhas
Incluo no que sinto, e ao beber
Mais puro está no gosto.
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Este poema de Ricardo Reis aborda o prazer em sua dualidade: gozar e o gozá-lo. O autor destaca a escolha do néscio pelo parvo e do sábio pelo outro, mostrando que o destino é o mesmo, mas as perspectivas são diferentes. A taça que o poeta ergue represent
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