“Se a cólera que espuma, a dor que mora N'alma, e destrói cada ilusão que nasce Tudo o que punge, tudo o que devora O coração, no rosto se estampasse; Se se pudesse, o espírito que...
— Raimundo Correia
Mal Secreto
Se a cólera que espuma, a dor que mora
N'alma, e destrói cada ilusão que nasce
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse, o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!
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"Mal Secreto" é um poema de Raimundo Correia que retrata a dualidade entre a aparência e a realidade das emoções humanas. O poema sugere que se as pessoas pudessem ver a dor e a angústia que se escondem por trás das máscaras sociais, talvez sentiriam mais
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