“O poeta chegara ao alto da montanha, E quando ia a descer a vertente do oeste, Viu uma cousa estranha, Uma figura má. Então, volvendo o olhar ao subtil, ao celeste, Ao gracio...
— Joaquim Maria Machado de Assis
No Alto
O poeta chegara ao alto da montanha,
E quando ia a descer a vertente do oeste,
Viu uma cousa estranha,
Uma figura má.
Então, volvendo o olhar ao subtil, ao celeste,
Ao gracioso Ariel, que de baixo o acompanha,
Num tom medroso e agreste
Pergunta o que será.
Como se perde no ar um som festivo e doce,
Ou bem como se fosse
Um pensamento vão,
Ariel se desfez sem lhe dar mais resposta.
Para descer a encosta
O outro lhe deu a mão.
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No poema "No Alto", de Joaquim Maria Machado de Assis, o poeta encontra-se no topo de uma montanha e avista uma figura estranha. Ele volta-se para Ariel, uma figura celestial que o acompanha, e pergunta o que poderá ser aquela aparição. No entanto, Ariel
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