“Se por vinte anos, nesta furna escura, Deixei dormir a minha maldição, - Hoje, velha e cansada da amargura, Minh'alma se abrirá como um vulcão. E, em torrentes de cólera e loucura...
— Olavo Bilac
Maldição
Se por vinte anos, nesta furna escura,
Deixei dormir a minha maldição,
- Hoje, velha e cansada da amargura,
Minh'alma se abrirá como um vulcão.
E, em torrentes de cólera e loucura,
Sobre a tua cabeça ferverão
Vinte anos de silêncio e de tortura,
Vinte anos de agonia e solidão...
Maldita sejas pelo Ideal perdido!
Pelo mal que fizeste sem querer!
Pelo amor que morreu sem ter nascido!
Pelas horas vividas sem prazer!
Pela tristeza do que eu tenho sido!
Pelo esplendor do que eu deixei de ser!...
Olavo Bilac, in "Poesias"
0
Curtida
0
Comentário
0
Partilhas
Comentário
Seja o primeiro a comentar.
"Maldição" é um poema de Olavo Bilac, um famoso poeta brasileiro do século XIX. O poema fala sobre a maldição que o poeta sente em relação ao seu próprio talento e criatividade, que o acompanha constantemente e o obriga a criar e a expressar-se através da
Populares
Artículos Relacionados
Deja de ser prisionero de tu pasado. ¡Conviértete en...
La felicidad de tu vida depende de la calidad de tus...
La luz que me guía es mucho más fuerte que los ojos ...
Quien aprende a amar a los animales descubre la form...
Pedirle a mi mente q deje d pensar en ti es como ped...
Sé tú, e intenta ser feliz, pero sobre todo, sé tú
El carácter es aquello que representa nuestro estado...
El verdadero amor, no es otra cosa que el deseo inev...
Y si en algún momento todos realmente nos pondríamos...
La vida es muy peligrosa. No por las personas que ha...
Solamente una vida dedicada a los demás merece ser v...
Ofrece sin esperar, pero si no llega nada, deja de o...
Los dos guerreros más poderosos son, la paciencia y ...