“XXVIII Pinta-me a curva destes céus ... Agora, Erecta, ao fundo, a cordilheira apruma: Pinta as nuvens de fogo de uma em uma, E alto, entre as nuvens, o raiar da aurora. Solta, o...
— Olavo Bilac
Pinta-me a curva
XXVIII
Pinta-me a curva destes céus ... Agora,
Erecta, ao fundo, a cordilheira apruma:
Pinta as nuvens de fogo de uma em uma,
E alto, entre as nuvens, o raiar da aurora.
Solta, ondulando, os véus de espessa bruma,
E o vale pinta, e, pelo vale em fora,
A correnteza túrbida e sonora
Do Paraíba, em torvelins de espuma.
Pinta; mas vê de que maneira pintas ...
Antes busques as cores da tristeza,
Poupando o escrínio das alegres tintas:
— Tristeza sir-gular, estranha mágoa
De que vejo coberta a natureza,
Porque a vejo com os olhos rasos dágua ...
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"Pinta-me a curva" é um poema de Olavo Bilac que retrata a beleza da natureza através de uma descrição vívida e detalhada. O poema convida o leitor a imaginar a curva dos céus, as nuvens em chamas e o nascer do sol entre elas. A correnteza turbulenta e es
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