“Velo, na noite em mim, Meu próprio corpo morto. Velo, inútil absorto. Ele tem o seu fim Inutilmente, enfim. 1927
— Fernando Pessoa
Velo, na noite em mim,
Velo, na noite em mim,
Meu próprio corpo morto.
Velo, inútil absorto.
Ele tem o seu fim
Inutilmente, enfim.
1927
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Este poema de Fernando Pessoa, intitulado "Velo, na noite em mim", retrata a sensação de estar preso na escuridão da própria existência. O eu lírico se sente como um espectador inútil e absorto diante do seu próprio corpo morto, refletindo sobre a inevita
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