“Amei Antônia de maneira insensata. Antônia morava numa casa que para mim não era casa, era um empíreo. Mas os anos foram passando. Os anos são inexoráveis. Antônia morreu. A ca...
— Manuel Bandeira
Antônia
Amei Antônia de maneira insensata.
Antônia morava numa casa que para mim não era casa, era um empíreo. Mas os anos foram passando.
Os anos são inexoráveis.
Antônia morreu.
A casa em que Antônia morava foi posta abaixo.
Eu mesmo já não sou aquele que amou Antônia e que Antônia não amou. Aliás, previno, muito humildemente, que isto não é crônica nem poema. E, apenas
Uma nova versão, a mais recente, do tema ubi sunt,
Que dedico, ofereço e consagro
A meu dileto amigo Augusto Meyer.
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"Antônia" é um poema de Manuel Bandeira que retrata o amor insensato do eu lírico por Antônia. A casa em que Antônia morava era um paraíso para o eu lírico, mas com o passar dos anos, Antônia morre e a casa é demolida. O poema reflete sobre a passagem do
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