Une image avec la citation suivante Não acredito em nada. As minhas crenças
Voaram como voa a pomba mansa,
Pelo azul do ar. E assim fugiram o
As minhas doces crenças de criança.
Fiquei então sem fé; e a toda gente
Eu digo sempre, embora magoada:
Não acredito em Deus e a Virgem Santa
É uma ilusão apenas e mais nada!
Mas avisto os teus olhos, meu amor,
Duma luz suavíssima de dor...
E grito então ao ver esses dois céus:
Eu creio, sim, eu creio na Virgem Santa
Que criou esse brilho que m'encanta!
Eu creio, sim, creio, eu creio em Deus!

Não acredito em nada. As minhas crenças Voaram como voa a pomba mansa, Pelo azul do ar. E assim fugiram o As minhas doces crenças de criança. Fiquei então sem fé; e a toda gente Eu...

— Florbela Espanca

Aos olhos dele

Não acredito em nada. As minhas crenças Voaram como voa a pomba mansa, Pelo azul do ar. E assim fugiram o As minhas doces crenças de criança. Fiquei então sem fé; e a toda gente Eu digo sempre, embora magoada: Não acredito em Deus e a Virgem Santa É uma ilusão apenas e mais nada! Mas avisto os teus olhos, meu amor, Duma luz suavíssima de dor... E grito então ao ver esses dois céus: Eu creio, sim, eu creio na Virgem Santa Que criou esse brilho que m'encanta! Eu creio, sim, creio, eu creio em Deus!
Mil-Frases Mil-Frases · il y a 3 ans
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Florbela Espanca
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Poetisa , Florbel...
Este poema de Florbela Espanca expressa a descrença do eu lírico em relação às suas antigas crenças, afirmando não acreditar em Deus e na Virgem Santa. No entanto, ao contemplar os olhos do seu amado, o eu lírico se vê envolvido por uma luz de dor e passa