Une image avec la citation suivante Visões que n'alma o céu do exílio incuba,
Mortais visões! Fuzila o azul infando...
Coleia, basilisco de ouro, ondeando
O Níger... Bramem leões de fulva juba...

Uivam chacais... Ressoa a fera tuba
Dos cafres, pelas grotas retumbando,
E a estralada das árvores, que um bando
De paquidermes colossais derruba...

Como o guaraz nas rubras penas dorme,
Dorme em nimbos de sangue o sol oculto...
Fuma o saibro africano incandescente...

Vai co'a sombra crescendo o vulto enorme
Do baobá... E cresce n'alma o vulto
De uma tristeza, imensa, imensamente...

Visões que n'alma o céu do exílio incuba, Mortais visões! Fuzila o azul infando... Coleia, basilisco de ouro, ondeando O Níger... Bramem leões de fulva juba... Uivam chacais... Re...

— Raimundo Correia

Banzo

Visões que n'alma o céu do exílio incuba, Mortais visões! Fuzila o azul infando... Coleia, basilisco de ouro, ondeando O Níger... Bramem leões de fulva juba... Uivam chacais... Ressoa a fera tuba Dos cafres, pelas grotas retumbando, E a estralada das árvores, que um bando De paquidermes colossais derruba... Como o guaraz nas rubras penas dorme, Dorme em nimbos de sangue o sol oculto... Fuma o saibro africano incandescente... Vai co'a sombra crescendo o vulto enorme Do baobá... E cresce n'alma o vulto De uma tristeza, imensa, imensamente...
Mil-Frases Mil-Frases · il y a 3 ans
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Raimundo Correia
29 posts
Raimundo da Mota ...
"Banzo" é um poema de Raimundo Correia que retrata a solidão e a tristeza do exílio. O autor descreve visões sombrias e opressivas que assombram a alma do exilado, como o céu infando, o rugido dos leões e o uivo dos chacais. A imagem do baobá, uma árvore