Une image avec la citation suivante Ao balanço das águas,

Ao trépido pulsar

Da máquina, embalar

As persistentes mágoas

Das peremptas feridas...

Beber o céu nos ventos

Sabendo a sonolentos

Sais e iodados-relentos.

Anseios de insofridas

Esperas e esperanças

Diluem-se na bruma

Como na vaga a espuma

— Flores de espumas mansas —

Que a um lado e outro abotoa

Da cortadora proa.

Azuis de águas e céus...

Sou nada, e entanto agora

Eis-me centro finito

Do círculo infinito

De mar e céus afora.

— Estou onde está Deus.

Ao balanço das águas, Ao trépido pulsar Da máquina, embalar As persistentes mágoas Das peremptas feridas... Beber o céu nos ventos Sabendo a sonolentos Sais e iodados-relent...

— Manuel Bandeira

Embalo

Ao balanço das águas, Ao trépido pulsar Da máquina, embalar As persistentes mágoas Das peremptas feridas... Beber o céu nos ventos Sabendo a sonolentos Sais e iodados-relentos. Anseios de insofridas Esperas e esperanças Diluem-se na bruma Como na vaga a espuma — Flores de espumas mansas — Que a um lado e outro abotoa Da cortadora proa. Azuis de águas e céus... Sou nada, e entanto agora Eis-me centro finito Do círculo infinito De mar e céus afora. — Estou onde está Deus.
Mil-Frases Mil-Frases · il y a 2 ans
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Manuel Bandeira
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A poesia de Bande...
"Embalo" é um poema de Manuel Bandeira que nos transporta para o movimento das águas e o pulsar da máquina. O poema retrata a busca por alívio das mágoas e feridas através do embalo e do contato com a natureza. Através de imagens poéticas, o autor nos lev