Une image avec la citation suivante Nem vã esperança vem, não anos vão,

Desesperança, Lídia, nos governa

A consumanda vida.

Só espera ou desespera quem conhece

Que há que esperar. Nós, no labento curso

Do ser, só ignoramos.

Breves no triste gozo desfolhamos

Rosas. Mais breves que nós fingem legar

A comparada vida.

Nem vã esperança vem, não anos vão, Desesperança, Lídia, nos governa A consumanda vida. Só espera ou desespera quem conhece Que há que esperar. Nós, no labento curso Do ser, s...

— Ricardo Reis

Nem vã esperança vem, não anos vão,

Nem vã esperança vem, não anos vão, Desesperança, Lídia, nos governa A consumanda vida. Só espera ou desespera quem conhece Que há que esperar. Nós, no labento curso Do ser, só ignoramos. Breves no triste gozo desfolhamos Rosas. Mais breves que nós fingem legar A comparada vida.
Mil-Frases Mil-Frases · il y a 3 ans
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Ricardo Reis
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Ricardo Reis, um ...
Este poema de Ricardo Reis retrata a ausência de esperança e a presença da desesperança na vida. O eu lírico reflete sobre a brevidade da existência e a efemeridade das experiências humanas.