Une image avec la citation suivante Pese a sentença igual da ignota morte

Em cada breve corpo, é entrudo e riem,

Felizes, porque em eles pensa e sente

A vida, que não eles.


De rosas, inda que de falsas, teçam

Capelas veras. Escasso, curto é o espaço

Que lhes é dado, e por bom caso em todos

Breve nem vão sentido.


Se a ciência é vida, sábio é só o néscio.

Quão pouco diferença a mente interna

Do homem da dos brutos! Sós! Leixai

Viver os moribundos!

Pese a sentença igual da ignota morte Em cada breve corpo, é entrudo e riem, Felizes, porque em eles pensa e sente A vida, que não eles. De rosas, inda que de falsas, teçam C...

— Ricardo Reis

Pese a sentença igual da ignota morte

Pese a sentença igual da ignota morte Em cada breve corpo, é entrudo e riem, Felizes, porque em eles pensa e sente A vida, que não eles. De rosas, inda que de falsas, teçam Capelas veras. Escasso, curto é o espaço Que lhes é dado, e por bom caso em todos Breve nem vão sentido. Se a ciência é vida, sábio é só o néscio. Quão pouco diferença a mente interna Do homem da dos brutos! Sós! Leixai Viver os moribundos!
Mil-Frases Mil-Frases · il y a 3 ans
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Ricardo Reis
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Ricardo Reis, um ...
Este poema de Ricardo Reis reflete sobre a inevitabilidade da morte e a efemeridade da vida. O eu lírico observa a alegria dos seres vivos, que são conscientes da vida, ao contrário da morte, que é desconhecida. O poema também aborda a insignificância da