Poema
Uma imagem com a seguinte frase Sapo-cururu

Da beira do rio.

Oh que sapo gordo!

Oh que sapo feio!


Sapo-cururu

Da beira do rio.

Quando o sapo coaxa,

Povoléu tem frio.


Que sapo mais danado,

Ó maninha, ó maninha!

Sapo-cururu é o bicho

Pra comer de sobreposse.


Sapo-cururu

Da barriga inchada.

Vóte! Brinca com ele...

Sapo-cururu é senador da República.

Sapo-cururu Da beira do rio. Oh que sapo gordo! Oh que sapo feio! Sapo-cururu Da beira do rio. Quando o sapo coaxa, Povoléu tem frio. Que sapo mais danado, Ó maninha, ó...

— Manuel Bandeira

Sapo-cururu

Sapo-cururu Da beira do rio. Oh que sapo gordo! Oh que sapo feio! Sapo-cururu Da beira do rio. Quando o sapo coaxa, Povoléu tem frio. Que sapo mais danado, Ó maninha, ó maninha! Sapo-cururu é o bicho Pra comer de sobreposse. Sapo-cururu Da barriga inchada. Vóte! Brinca com ele... Sapo-cururu é senador da República.
Mil-Frases Mil-Frases · há 2 anos
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Manuel Bandeira
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A poesia de Bande...
"Sapo-cururu" é um poema curto e divertido de Manuel Bandeira. O poema descreve um sapo gordo e feio que vive à beira do rio. Quando o sapo coaxa, o povo tem frio. O poema brinca com a imagem do sapo, retratando-o como um bicho danado e até mesmo como um

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