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Poemas de Saudade

Seleção de poemas sobre o tema da saudade no mil-frases.com. Veja também <a href="/tag/poemas-sobre-sentimentos">poemas de sentimentos</a> Os poemas de saudade são aqueles que expressam a tristeza e a saudade que sentimos quando alguém ou algo é perdido. Eles podem tratar de assuntos como o amor perdido, a morte, a mudança ou a distância. Os poemas de saudade geralmente têm um tom mais melancólico e introspectivo, e podem ser escritos de muitas maneiras diferentes, incluindo verso livre, rima ou formas tradicionais. A saudade é uma emoção que todos nós experimentamos de alguma forma, e os poemas de saudade nos permitem encontrar as palavras e as imagens que precisamos para expressar o que sentimos. Eles também nos ajudam a entender e a processar essas emoções de maneira mais profunda, e podem nos ajudar a encontrar consolo e significado em momentos de tristeza ou dificuldade.
Poemas de Saudade

Na ampla sala de jantar das tias velhas O relógio tictaqueava o tempo mais devagar. Ah o horror da felicidade que se não conheceu Por se ter conhecido sem se conhecer, O horror do que foi porque o que...

Álvaro de Campos

Não quero as oferendas Com que fingis, sinceros, Dar-me os dons que me dais. Dais-me o que perderei, Chorando-...

Ricardo Reis

Sofro, Lídia, do medo do destino. A leve pedra que um momento ergue As lisas rodas do meu carro, aterra Meu co...

Ricardo Reis

Não quero as oferendas Com que fingis, sinceros, Dar-me os dons que me dais. Dais-me o que perderei, Chorando-...

Ricardo Reis

Sofro, Lídia, do medo do destino. A leve pedra que um momento ergue As lisas rodas do meu carro, aterra Meu co...

Ricardo Reis

Não quero as oferendas Com que fingis, sinceros, Dar-me os dons que me dais. Dais-me o que perderei, Chorando-...

Ricardo Reis

Sofro, Lídia, do medo do destino. A leve pedra que um momento ergue As lisas rodas do meu carro, aterra Meu co...

Ricardo Reis

Não quero as oferendas Com que fingis, sinceros, Dar-me os dons que me dais. Dais-me o que perderei, Chorando-...

Ricardo Reis

Sofro, Lídia, do medo do destino. A leve pedra que um momento ergue As lisas rodas do meu carro, aterra Meu co...

Ricardo Reis

Rasteja mole pelos campos ermos O vento sossegado. Mais parece tremer de um tremor próprio, Que do vento, o qu...

Ricardo Reis

Cada dia sem gozo não foi teu (Dia em que não gozaste não foi teu): Foi só durares nele. Quanto vivas Sem que...

Ricardo Reis

Seguro assento na coluna firme Dos versos em que fico. Aquele agudo interno movimento Por quem os fiz pensados...

Ricardo Reis

<i>A. Caeiro</i> Jovem morreste, porque regressaste, Ó deus inconsciente, onde teus pares De após Cronos te e...

Ricardo Reis

Pequeno é o espaço que de nós separa O que havemos de ser quando morrermos. Não conhecemos quem será o morto D...

Ricardo Reis

Pobres de nós que perdemos quanto Sereno e forte nos dava a vida O único modo O único humano de a ter... Pobre...

Ricardo Reis

Olho os campos, Neera Verdes campos, e sinto Como virá um dia Em que não mais os veja. Par de árvores cobre O...

Ricardo Reis

Tu pedes-me um canto na lira de amores, Um canto singelo de meigo trovar?! Um canto fagueiro já — triste — não...

Gonçalves Dias

Foste o beijo melhor da minha vida, ou talvez o pior...Glória e tormento, contigo à luz subi do firmamento, co...

Olavo Bilac

Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura...

Olavo Bilac

Não és bom, nem és mau: és triste e humano... Vives ansiando, em maldições e preces, Como se, a arder, no cora...

Olavo Bilac

A mocidade é como a primavera! A alma, cheia de flores resplandece, Crê no Bem, ama a vida, sonha e espera, E...

Olavo Bilac

Olha estas velhas árvores, mais belas Do que as árvores moças, mais amigas, Tanto mais belas quanto mais antig...

Olavo Bilac

XXXII Como quisesse livre ser, deixando As paragens natais, espaço em fora, A ave, ao bafejo tépido da aurora...

Olavo Bilac
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